Mensagem de Ano Novo do Chefe da Oposição Angolana Verdadeira (FPA) 

Mensagem de Ano Novo do Chefe da Oposição Angolana Verdadeira (FPA),  

João Mário ,,Nito Alves,,:
 

Discurso do presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), João Mário ,,Nito Alves,, - Escritório do Secretário de Estado das Comunidades e Imprensa,

(31 de Dezembro de 2013,  22:30 horas.)  

 

 

 

Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), João Mário ,,Nito Alves,,

 

Ao População Angolana, compatriotas, colegas delegados, senhoras e senhores:

Todos os anos nos reunimos para reafirmar a visão da libertação do povo angolano. Na maior parte da história que se tem registro, aspirações individuais estiveram sujeitas aos caprichos de tiranos e impérios. Divisões de raça, religião e tribos eram resolvidas pela espada e pelo confronto de exércitos. A ideia de que a nação angolana e o povo angolano poderiam se unir e se juntar em paz, para bens de todos e para resolver suas disputas e fazer avançar uma prosperidade comum parecia inimaginável.

 

Nós os compatriotas e immortais do povo angolano da Oposição Angolana Verdadeira (FPA) estamos prontos e juntos e unidos para resolver todas as dificuldades e todos os problemas que existem no nosso País. Vamos lutar juntos e unidos para ajudar o povo angolano e resolver todas as dificuldades que existem no nosso País, Juntos e unidos, também trabalhamos para pôr fim a uma década de Confrontos.

 

Há 34 anos, quase 18 milhões angolanos estavam servindo em situação de perigo, e a guerra e o sofrimento no nosso País, era a questão dominante na nossa relação com o resto do mundo. Hoje, todos os nossos soldados deixaram a batalha, mas o nosso povo estão a sofrer muito mal, Angola é um rico, nos da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), estamos se organizar para ajudar o nosso povo. No próximo ano, uma coalizão internacional da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), tendo atingido sua missão de desmantelar organizar todos os membros da Oposição Angolana Verdadeira (FPA) em Angola.

 

Da mesma forma, as convulsões no Oriente Médio e no Norte da África revelaram profundas divisões nas sociedades, enquanto uma velha ordem está abalada e as pessoas tentam entender o que está por vir. Movimentos pacíficos com muita frequência têm sido respondidos com violência – daqueles que resistem às mudanças e de extremistas que tentam apoderar-se das mudanças. Conflitos sectários ressurgiram. E a potencial disseminação de armas de destruição em massa continua a ser uma sombra na busca da paz.

 

Em grande parte do meu mandato como presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), alguns dos nossos desafios mais urgentes giraram em torno de organizar as pessoas global cada vez mais integrada e dos nossos esforços para o termino do regime político da mafia do MPLA e para nos recuperar da pior crise econômica do nosso tempo que os elementos criminosos e assassinos fizeram no nosso País.

 

Agora, cinco anos depois de a economia global ter entrado em colapso e graças a esforços coordenados dos países aqui presentes hoje, empregos estão sendo criados, sistemas financeiros globais foram estabilizados, mas o governo do MPLA, não fizeram nada, só continuaram o roubo de dinheiros de Angola e as pessoas não querem continuar viver na pobreza e na miséria. Mas esse progresso é frágil e desigual, e ainda temos trabalho para fazer juntos e unidos para garantir que nossos cidadãos possam acessar as oportunidades de que precisam para prosperar no século 21.

 

Para os Angolanos, essas novas circunstâncias também significaram sair de um estado perpétuo deste regime criminoso e mafioso do MPLA no nosso país. Além de trazer nossos soldados para ajudar o povo angolano, limitamos o uso de roubo de dinheiros do povo angolano, pelos os dirigentes mafiosos do governo do MPLA, para que eles tenham como alvo apenas aqueles que representam uma ameaça constante e iminente para o povo angolano, onde a captura não é possível e quando há quase certeza de que não haverá vítimas civis.

 

O MPLA faz transferindo detidos angolanos para outros países e julgando como os terroristas em tribunais de justiça criminosa do MPLA, ao mesmo tempo que trabalhamos com diligência para o termino deste regime criminoso e asassino do MPLA. E, assim como revimos a maneira que destacamos nossas extraordinárias capacidades militares para que seja compatível com nossos ideais, começamos a rever a maneira que coletamos informações de inteligência, de modo que possamos equilibrar de maneira equilibrada as preocupações legítimas de segurança dos nossos cidadãos e aliados com as preocupações de privacidade compartilhadas por todos.

 

Em nenhum lugar vimos essas tendências convergirem com mais força do que o governo do MPLA. Lá, protestos pacíficos contra um regime autoritário do MPLA foram respondidos com repressão e massacres. Em face de tal carnificina, muitos recuaram para sua identidade e esta situação de Assassinatos várias pessoas, pelos os criminosos e assassinos dirigentes do governo do MPLA em toda parte de Angola.

 

A comunidade internacional reconheceu os perigos desde o início no nosso país, mas nossa resposta não correspondeu à dimensão do desafio. A ajuda não consegue acompanhar o sofrimento dos feridos e deslocados. Um processo de paz ainda não surgiu. A Oposição Angolana Verdadeira (FPA) e outros grupos angolanos trabalharam para apoiar a Oposição Angolana Verdadeira (FPA) moderada, mas grupos extremistas do MPLA ainda estão enraizados para explorar a crise. Os aliados tradicionais de José Eduardo dos Santos, continuaram apoiando-o, citando princípios de soberania para defender seu regime criminoso e assassino do MPLA contra o povo angolano. E, em 21 de agosto, o regime usou armas contra o povo angolano em um ataque que matou mais de 14 membros da Oposição Angolana Verdadeira (FPA) e 34 pessoas, inclusive centenas de crianças.

 

Mas eu acredito que podemos abraçar um futuro diferente. E se não quisermos escolher entre a inação e a mafia do MPLA, devemos melhorar – todos nós – em políticas que previnam o colapso da ordem básica. Através do respeito pelas responsabilidades das nações e dos direitos dos indivíduos.

 

Através de sanções significativas para aqueles que quebrarem as regras. Através da diplomacia obstinada que resolve as raízes do conflito, não somente suas consequências. Através da assistência ao desenvolvimento que leva esperança aos marginalizados. E sim, às vezes – embora não seja suficiente – haverá momentos onde a comunidade internacional precisará reconhecer que o uso multilateral da força militar pode ser necessário para prevenir que o pior aconteça.

 

Eu sei de que lado da história eu quero que os angolanos estejam. Estamos prontos para enfrentar os desafios de amanhã com vocês – firmes na crença de que todos os homens e mulheres são de fato criados iguais, cada indivíduo possui dignidade e direitos inalienáveis que não podem ser negados.

 

É por isso que olhamos para o futuro não com medo, mas com esperança. E é por isso que permanecemos convencidos de que essa comunidade de nação angolana pode garantir um mundo mais pacífico, próspero e justo à próxima geração.

 

Viva o povo angolano, Viva o herói Nito Alves, Viva todos os membros da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), Viva todos os apoiadores da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), Viva o FPA e a vitória é do povo angolano!

 

Juntos e unidos venceremos todos os criminosos e assassinos do MPLA. Feliz Ano Novo à todos!

 

Muito obrigado. (Aplausos.)

 

Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA),  

João Mário ,,Nito Alves,,