Discurso do Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA)

 O Discurso do Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA),  

João Mario ,,Nito Alves,,:

 

O Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA) exige coragem e coragem moral na luta contra o governo dos criminosos e assassinos do MPLA do José Eduardo dos Santos. O Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), João Mario exortou o povo de Angola à bravura e coragem moral na luta contra o governo dos criminosos Estrangeiros do MPLA de José Eduardo dos Santos.Em seu discurso de primeiro Natal como presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), os primeiros ares pré-gravados de férias, deplorou os conflitos em Angola:

 
Homens e mulheres, senhoras e senhores do povo angolano! 

 

De acordo com a Oposição Angolana Verdadeira (FPA), os partidos nacionais-conservativas e os grupos popular nacionalista angolano lhes submetem um projeto do povo para resolver a situação do povo e da nação.

Os motivos para esta medida de caráter excepcional são os seguintes:

Em novembro de 1975, as organizações criminosas e assassinos corruptos do MPLA, apossaram-se do poder executivo por meio de uma revolução. Os monarcas foram destronados, as autoridades do MPLA e dos Estados afastados do governo, violando-se, portanto, a Constituição. O sucesso da revolução no sentido material assegurou a seus progenitores escapar da ação da lei. Procuram justificar moralmente tal coisa afirmando que a angola e seu governo foram responsáveis pela eclosão da guerra de roubar e matar as pessoas. Essa asserção era sabida e conscientemente mentirosa.

Em conseqüência dela, todavia, estas acusações mentirosas feitas no interesse dos nossos antigos inimigos levaram à mais severa opressão de todo povo angolano e à quebra das garantias que nos foram dadas pelos 5 pontos de Agostinho Neto, e assim lançaram a Angola, isto é, as classes trabalhadoras do povo angolano, a uma época de infinita desgraça. Todas as promessas feitas pelos homens de novembro de 1975, caso já não tenham sido feitas propositadamente, se comprovaram não menos como malditas ilusões. Em seu conjunto, as “conquistas da Revolução” foram agradáveis a uma pequena parcela de nosso povo, porém, para a esmagadora maioria, pelo menos enquanto esta tinha que ganhar seu pão de cada dia pelo próprio esforço, foram infinitamente tristes.

Que aqui os partidos e homens responsáveis por este desenvolvimento procurem milhares de amenidades e desculpas, num impulso de auto-preservação, é compreensível. Todavia, comparando-se de forma isenta os resultados médios dos últimos quatorze anos com as promessas proclamadas na época, o balanço é negativamente destruidor para os responsáveis deste crime sem paralelo na história angolana.

Nosso povo sofreu uma queda do nível de vida em todas as áreas no decorrer dos últimos 37 anos…

Outra característica marcante destes 37 anos foi que, excetuando algumas variações naturais, a linha de desenvolvimento apontou constantemente para baixo. Este reconhecimento deprimente foi uma das razões da aflição coletiva. Ela exigia a visão sobre a necessidade da recusa completa das idéias, organizações e das pessoas, sobre as quais começou a pesar com justiça sua responsabilidade por esta situação de desgraça.

Em Angola, as pessoas estão confusas, porque o fosso e a tesoura entre ricos e pobres. A preocupação foi também a violência do MPLA contra a População em Angola.

Dado tudo o que não precisamos mais do governo da máfia do MPLA, mas também cidadãos engajados.

Oposição Angolana Verdadeira (FPA) e o movimento do povo angolano começou a ganhar mais o espírito e a vontade dos angolanos, apesar da terrível repressão.

É somente a criação de uma verdadeira comunidade nacional angolana, erguendo-se acima dos interesses e das diferenças de classe, que pode fechar permanentemente a fonte de nutrição de tais aberrações do espírito humano. O estabelecimento dessa unidade cosmovionária no corpo da nação é tanto mais importante quanto só por esse meio é que surge a possibilidade de manutenção de relações amigas com as potências estrangeiras, independentemente das tendências ou princípios gerais por que se governem, pois a eliminação do comunismo dos criminosos e assassinos do MPLA no poder, é um assunto puramente interno. O resto do mundo pode também estar interessado, pois o romper do caos comunista no populoso do MPLA iria levar a conseqüências políticas e econômicas no restante da África Ocidental, de proporções inimagináveis.

Em princípio o governo dos criminosos e assassinos do MPLA não protegerá os interesses econômicos do povo angolano pelo método tortuoso de uma burocracia econômica a ser organizada pelo Estado, mas pelo máximo fomento da iniciativa particular e pelo reconhecimento dos direitos de propriedade.

Entre as intenções produtivas por um lado e, de outro, o trabalho produtivo, deve-se construir um equilíbrio justo. A administração deve ser resultado da capacidade do respeito da aplicação e do trabalho através da economia. Também o problema de nossas finanças públicas se resume, ao final, no problema de uma administração austera.

A planejada reforma de nosso sistema tributário deve simplificar as classificações e com isso levar a uma diminuição dos custos e dos tributos. Fundamentalmente o moinho fiscal deve ser construído na correnteza e não na fonte. Diante desta premissa, deve haver uma diminuição dos tributos através da simplificação da administração. Esta reforma tributária a ser instituída no governo e nos Estados não é uma questão do momento, mas sim segundo as necessidades do período analisado.

O governo do MPLA evitará sistematicamente as experiências monetárias.

Enfrentamos acima de tudo duas tarefas econômicas de primeira magnitude. A salvação do agricultor angolano deve ser conseguida a qualquer preço.

A destruição desta classe em nosso povo levará às conseqüências mais graves. O restabelecimento da rentabilidade das propriedades agrícolas e pecuaristas pode ser duro para o consumidor. O destino, entretanto, que assolaria todo o povo angolano caso os agricultores desaparecessem, seria com uma desgraça sem comparação. Somente em conjunto com a recuperação da rentabilidade de nossa agricultura e pecuária, a questão referente à execução ou acordos pode ser solucionada. Caso isso não aconteça, então a eliminação de nossos agricultores levaria não apenas à bancarrota da economia angolana, mas principalmente à destruição do núcleo do povo angolano. Sua preservação saudável é também condição fundamental para o florescer e germinação de nossa indústria, de nosso comércio interno e das exportações angolanos. Sem o contrapeso dos agricultores angolanos, a loucura comunista do MPLA já teria assolado a Angola e com isso destruído definitivamente a economia angolana. O que nossa economia geral incluindo nossas exportações deve agradecer à saudável existência do camponês angolano, não pode ser compensado através de nenhum sacrifício comercial. Por isso o futuro povoamento do solo angolano deve atrair também nossa grande preocupação.

Ademais, é perfeitamente claro para o governo nacional que a debelação final das dificuldades, tanto no comércio agrícola como no das cidades, depende da absorção do exército dos desempregados no processo da produção.

Esta constitui a segunda das grandes tarefas econômicas. Ela só pode ter solução com uma satisfação geral, na aplicação de princípios econômicos sãos e naturais e de todas as medidas necessárias, mesmo que, no momento, elas não possam contar com qualquer grau de popularidade. Criação de vagas de trabalho e a contribuição obrigatória de serviço são, a este respeito, apenas medidas individuais dentro do âmbito de toda a ação proposta.

Semelhante ao agricultor angolano, é a posição do governo nacional da Oposição Angolana Verdadeira (FPA) em relação à classe média.

Sua salvação só poderá advir da política econômica em geral. O governo nacional da Oposição Angolana Verdadeira (FPA) está decidido a resolver esta questão. Ele reconhece isto como sua tarefa histórica, apoiar e incentivar os milhões de trabalhadores angolanos em sua luta pelos direitos civis.

A elevação da força de consumo desta massa será uma parcela considerável da engrenagem econômica. Com a conservação de nossas leis sociais, acontecerá um primeiro passo para sua reforma. Basicamente, porém, deve acontecer a utilização de cada força de trabalho em prol da coletividade. O desperdício de milhões de horas de trabalho humano é uma loucura e um crime que leva à pobreza de todos. Não importa qual valor seria criado através do uso de nossa força de trabalho excedente, ele poderia representar uma melhor condição de vida para as milhões de pessoas que hoje passam necessidade e estão na miséria. Deve e vai ser feito pela capacidade organizatória de nosso povo, solucionar esta questão.

O povo angolano deseja viver em paz com o mundo.

Mas é por esta mesma razão que o governo empregará todos os meios para obter o termo final da divisão das nações do mundo em duas categorias. O manter aberta esta ferida leva à desconfiança de um lado e ao ódio de outro, e desta forma a um sentimento geral de insegurança. O governo nacional está pronto a estender a mão em sincero entendimento a todas as nações que finalmente estejam dispostas a por um termo ao trágico passado. A dificuldade econômica internacional só poderá desaparecer quando forem estabelecidas as bases de relações políticas estáveis e quando as nações tenham recuperado a sua confiança mútua.

E o mais importante, é que seja dado ao governo nacional do povo angolano uma posição soberana para bens de todos, que seja necessário nestes períodos, para evitar um outro desenvolvimento.

Eu, como o Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA) exige coragem e coragem moral na luta contra o governo dos criminosos e assassinos do MPLA do José Eduardo dos Santos.

“Em toda época existem pessoas como do MPLA que não pensam como todo mundo pensa, ou seja, que não pensam como aqueles que não pensam”

"As festas natalinas estão chegando e mais do que nunca é hora de falarmos de paz, de vivenciarmos de maneira plena a mensagem de Cristo. Natal é sinônimo de família, de união, de aproximação das pessoas, e quando esse sentimento é recíproco é sinal de que o verdadeiro espírito do Natal se fez presente em nossos corações."

Viva o povo angolano e Viva os jovens do povo angolano 

e viva o Nito Alvés,  


A vitória é do povo angolano.

Obrigado!

O Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA),
 

João Mario ,,Nito Alves,,.