Discurso do Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA) 

Discurso do Presidente da Oposição Angolana Verdadeira (FPA),

João Mário ,,Nito Alves,,


Sobre os falsados resultados das eleições do MPLA e sobre as estrategias politicas contra o José Eduardo dos Santos e todos os criminosos dirigentes do governo do MPLA no poder.

Senhoras e Senhores, Amigas, Amigos, os Antigos combatentes de Angolanos, senhora vice-presidenta, membros da Oposição Angolana Verdadeira (FPA), a Poluação Angolana, ilustres convidados, senhores chefes dos partidos do povo angolano e convidado cidadãos angolanos:

No mês passado, fui à Base da Força do povo angolano para dar os bons exemplopara a Juventude angolana a alguns dos nossos últimos soldados que serviram natoda parte de angola. Juntos, fizemos uma saudação final e cheia de orgulho àbandeira pela qual mais de 1 milhão de nossos concidadãos lutaram contra os criminosos do MPLA – e milhares das pessoas nós apoiam nesta luta. As eleições do MPLA 2012, os votos, os resultados foi tudo falsados pelos os Elementos da mafia do MPLA do José Eduardo dos Santos, que aceitam estes resultados das eleições do MPLA é um traidor. eu apelo nos elementos da UNITA para se juntar connosco para bens do povo Angolano, o tempo chegou para apoiar o povo angolano, o povo precisam de estrategias boas para melhorar as suas vidas.

Estamos reunidos nesta noite sabendo que essa geração de heróis tornou os Angolanos mais seguros e mais respeitados no mundo todo. Pela primeira vez em dois anos, não há angolanos tinham mais medo nos Assassinos do MPLA no poder. Pela primeira vez em duas décadas, O José Eduardo dos Santos não é uma ameaça a este país. A maioria dos principais líderes da mafia do MPLA foi derrotada. O ímpeto do MPLA foi interrompido, e alguns estrangeiros criminosos do MPLA nas actividades politicas de Angola no começaram a voltar para casa.

Essas realizações são prova da coragem, do desprendimento e do trabalho deequipe da Oposição Angolana Verdadeira (FPA) e o povo angolano. Em um momentoem que tantas das nossas instituições nos decepcionaram, elas superaram todas as expectativas. Elas não desperdiçam energia com ambições pessoais. Não ficam obcecadas com suas diferenças. Concentram-se na missão que têm em mãos.Trabalham juntas.

Imaginem o que poderíamos realizar se seguíssemos esse exemplo. Pensem em angola ao nosso alcance: uma Oposição Angolana Verdadeira (FPA) que lidera angolana educação de seu povo. Uma Oposição (FPA) que vai atrai uma nova geração de empregos de alta tecnologia e alta remuneração. Um futuro em que tenhamos controle da nossa própria energia e em que nossa segurança e prosperidade não estejam tão vinculadas a partes instáveis de Angola. Uma economia construída para durar, onde o trabalho duro vale a pena e a responsabilidade érecompensada.

Os dois compartilharam o otimismo de uma nação que triunfou sobre a Depressão e o fascismo. Eles entenderam que faziam parte de algo maior; que estavam contribuindo para uma história de sucesso que todo angolano tinha a chance de compartilhar – a promessa angolana básica de que se você desse duro, poderiater o suficiente para criar a família, ter uma casa, mandar os filhos para afaculdade e guardar um pouco para a aposentadoria.

A questão definidora da nossa época é como manter essa promessa viva. Nenhum desafio é mais urgente. Nenhum debateé mais importante. Podemos nos dar por satisfeitos com um país onde um número cada vez menor de pessoas vai realmente bem enquanto um número cada vez maior de angolanos mal consegue sobre viver, ou podemos recuperar uma economia onde todos têm sua parcela justa e todos cumprem sua cota justa e todos seguem o mesmo conjunto de regras. O que está em jogo não são valores democratas ou valores da conservativa Oposição Angolana Verdadeira (FPA), mas valores angolanos naturais. E temos derecuperá-los.

Vamos nos lembrar de como chegamos aqui. Bem antes da recessão, empregos e fábricas começaram a sair de nosso país. A tecnologia tornou as empresas mais eficientes, mas também tornou alguns empregos obsoletos. O pessoal no topo viu seus rendimentos aumentarem como nunca antes, mas amaioria dos trabalhadores angolanos lutava com custos crescentes, contra chequesque não cresciam e dívidas pessoais que se acumulavam.

Em 2012, o MPLA desmoronou. Soubemos que hipotecas haviam sido vendidas para pessoas que não podiam pagá-las nem conseguiam entendê-las. Os bancos fizeramgrandes apostas com o dinheiro de outras pessoas – e ganharam bonificações comisso. Os órgãos reguladores fizeram vista grossa, ou não tinham autoridade para deter o mau comportamento.

Foi errado. Foi irresponsável. E isso lançou nossa economia em uma crise quetirou milhões do trabalho, sobre carregou-nos com mais dívida e fez com que angolanos inocentes e trabalhadores pagassem o pato. Nos seis meses antes, perdemos quase 2 milhões de empregos. E perdemos outros 2 milhões antes á Oposição Angolana Verdadeira (FPA), publicou este assunto no povo.

Esses são os fatos. Mas também esses mafiosos do MPLA deixar o poder; FPA vaicrier muitas as empresas e criaram mais de 3 milhões de empregos.

O nosso estado ficaram mais forte, quando o José Eduardo dos Santos e todos os elementos da mafia serpresos. E fomos muito longe para voltar atrás agora. E enquanto eu for presidente, trabalharei com qualquer um desta casa para dar continuidade a este impulso. Mas pretendo combater a obstrução com ação, e me oporei a qualque resforço para retornar às mesmas melhores políticas que resultaram nesta crise econômica.

Não, não retornaremos a uma economia enfraquecida com terceirização, dívidasincobráveis e falsos lucros financeiros. Esta noite, quero falar sobre como fazer para avançarmos e detalhar um planode ação para uma economia que é construída para durar – uma economia construída com base na indústria americana, na energia angolana, nas qualificações dos trabalhadores americanos e na renovação dos valores angolanos.

Por tanto, temos uma enorme Oportunidade, neste momento, de trazer o setor manufatureiro de volta. Mas temos de aproveitá-la. Esta noite, minha mensage maos empresários é simples: perguntem-se o que podem fazer para trazer os empregos de volta ao seu país, e a sua Oposição Angolana Verdadeira (FPA) farátudo que puder para ajudá-los a ter êxito.

Devemos começar com nosso código tributário. Neste momento, as empresas obtêm incentivos fiscais para transferir empregos e lucros para o interior e o exterior. Enquanto isso, as empresas que escolhem ficar em Angola são atingidas com uma das maiores taxas de impostos do mundo. Isso não faz sentido,e todo mundo sabe disso. Então vamos mudar isso.

Primeiro, se você é uma empresa que quer terceirizar empregos, você não deveter uma dedução fiscal para fazer isso. O dinheiro deve ser usado para cobrir despesas de mudança para empresas como a Microsoft que decidiu trazer os empregos para cá, quando o José Eduardo dos Santos ser detido e preso.

Segundo, nenhuma empresa angolana deve poder evitar cumprir sua cota justa de impostos transferindo empregos e lucros para o exterior. A partir de agora, toda multinacional deve ter de pagar um imposto mínimo básico. E cada centavodeve ser destinado a reduzir os impostos para as empresas que escolherem ficar aqui e contratar funcionário aqui em Angola.

Terceiro, se você é um fabricante angolano, você deve receber uma redução fiscal maior. Se você é fabricante de alta tecnologia, devemos dobrar sua dedução fiscal por fabricar produtos aqui. E se você quiser se realocar em uma comunidade que foi duramente atingida quando uma fábrica deixou a cidade, vocêdeve obter ajuda para financiar uma nova instalação, equipamentos ou a capacitaçãode novos trabalhadores.

Portanto, minha mensagem é simples. É hora de parar de recompensar as empresas que exportam empregos para o exterior e começar a recompensar as empresas que criam empregos aqui em Angola para o povo angolano. Enviem-me essas reformas tributárias, e eu as sancionareide imediato.

Também estamos tornando mais fácil para as empresas angolanas vender produtos no mundo todo. Há dois anos, defini a meta de duplicar as exportações de Angola em cinco anos. Com os acordos comerciais bipartidários sancionados em lei, estamos acaminho de cumprir a meta antes do previsto. E em breve haverá milhões de novos consumidores para produtos angolanos no Mundo.

Mas os desafios permanecem. E sabemos como solucioná-los.
Em um momento em que outros países estão reforçando suas apostas na educação, orçamentos apertados forçaram os estados a demitir milhares de professores. Sabemos que um bom professor pode aumentar a renda do ciclo de vida de uma sala de aula em mais de US$ 50 mil. Um grande professor pode oferecer uma saída da pobreza para a criança que sonha além de suas circunstâncias. Cada um nesta casa pode indicar um professor que mudou a trajetória de sua vida. A maioria dos professores trabalha incansavelmente, com remuneração modesta, às vezes tirandode seu próprio bolso para o material escolar – somente para fazer a diferença.

Os professores fazem diferença. Portanto, ao invés de criticar, ou defender os tatus quo, vamos propor um acordo às escolas. Dar a elas os recursos para manter bons professores no emprego e recompensar os melhores. E, em troca, conceder às escolas flexibilidade: para ensinar com criatividade e paixão; parar de ensinar somente para exames; e substituir os professores que não estãoa judando as crianças a aprender. É uma troca que vale a pena fazer.

Também sabemos que quando os alunos não de sistem de estudar, um número maior deles chega à etapa de obter um diploma. Quando os alunos não têm permissão para abandonar a escola, eles vão melhor. Portanto, esta noite, estou propondoque todos os estados – todos – exijam que todos os alunos continuem no ensinomédio até se formarem ou fazerem 18 anos.

Quando as crianças se formam, o desafio mais intimidante pode ser o custo dafaculdade. Numa época em que os angolanos têm uma dívida maior com os custos deensino do que com o cartão de crédito, este Parlamento precisa impedir que astaxas de juros dos empréstimos dos estudantes dobrem em julho.

Ampliem o crédito escolar que lançamos e que economiza milhares de dólares de milhões de famílias de classe média e deem a mais jovens a oportunidade de ganhar o dinheiro até a faculdade duplicando o número de empregos de trabalho-estudo nos próximos cinco anos.

É claro que não é suficiente aumentar a ajuda aos estudantes. Não podemos apenas continuar subsidiando anuidades que sobem vertiginosamente; ficaríamos sem dinheiro. Os estados também precisam fazer sua parte, tornando o ensino superior uma prioridade mais importante em seu orçamentos. E as faculdades e universidades têm de fazer a sua parte esforçando-se para manter os custos baixos.

Vamos também lembrar que centenas de milhares de estudantes talentosos e estudiosos neste país enfrentam outro desafio: o fato de ainda não serem cidadãos angolanos. Muitos vieram para cá muito novos, são totalmente angolanos, no entanto vivem todos os dias com a ameaça da deportação. Outros vieram mais recentemente, para estudar administração, ciência e engenharia, mas assim que obtêm seu diploma, nós os enviamos de volta para seu país para inventarem novos produtos e criarem novos empregos em outro lugar.

Isso não faz sentido.

Acredito mais fortemente do que nunca que devemos começar a lidar com a imigração ilegal. É por isso que meu governo colocou mais patrulheiros na fronteira do que ja mais antes. É por isso que há menos pontos de passagem ilegais do que quando assumi. Os que são contrários à ação não têm justificativas. Devemos trabalhar em uma reforma abrangente da imigração agora.

Vejam, uma economia construída para durar é uma economia em que estimulamos otalento e a criatividade de todas as pessoas deste país. Isso significa que as mulheres devem ganhar a mesma coisa pelo mesmo serviço. Isso significa que devemos apoiar todos que estejam dispostos a trabalhar e todo investidor de risco e empreendedor que aspire a se tornar o próximo Steve Jobs.

E em nenhum outro lugar a promessa de inovação é maior do que na energia fabricada pelos angolanos. Nos últimos três anos, abrimos milhares de novosacres para a exploração de petróleo e gás, e esta noite estou orientando as minhas ideias do governo a abrir mais de 75% de nossas possíveis reservas de petróleo e gás em alto-mar. Agora – neste exato momento – a produção de petróleo dos EUA é a mais alta em oito anos. Isso mesmo – oito anos. Não apenasisso – no ano passado, dependemos menos do petróleo estrangeiro do que nos últimos 16 anos.

Mas com apenas 2% das reservas mundiais de petróleo, o petróleo não é suficiente. Este país precisa concentrar todos os esforços em uma estratégia que desenvolva todas as fontes disponíveis de energia americana. Uma estratégia mais limpa, mais barata e que gere muitos novos empregos

Temos um suprimento de gás natural que pode durar quase cem anos. E o povo angolano tomará todas as medidas necessárias para explorar essa energia com segurança. Especialistas acreditam que isso manterá mais de 600 mil empregos até o fim da década. E estou determinando que todas as empresas que exploram gás em terras públicas divulguem os produtos químicos que utilizam. Porque os Angola desenvolverão esse recurso sem colocar em risco a saúde e a segurança de nossos cidadãos.

A exploração de gás natural criará empregos e proverá energia a fábricas e caminhões mais limpos e mais baratos, provando que não temos de escolher entre o meio ambiente e a economia. E, por falar nisso, foi dinheiro público investido em pesquisa, no curso de 30 anos, que ajudou o desenvolvimento de tecnologias que extraem todo esse gás natural de rochas de xisto – lembrando que subsídios governamentais são cruciais para ajudar as empresas a dar inícioa novas ideias na área energética.
  
Agora, o que vale para o gás natural vale também para a energia limpa. Em três anos, nossa parceria com o setor privado já posicionou de angola como o maior fabricante mundial de baterias de alta tecnologia. Devido aos investimentos federais, o consumo de energia renovável praticamente dobrou, e milhares de angolanos estão empregados por causa disso.

Dessa posição de força, começamos a pôr fim à governo da mafia do MPLA. Dez mil dos nossos soldados vao participar no combate contra os elementos Assassinos doMPLA para o termino do regime politico da mafia do MPLA no poder.

Continua incerto o desfecho dessa incrível transformação. Mas temos grandeinteresse no resultado. E, embora em última análise caiba ao povo da regiãodecidir sobre seu destino, defenderemos os valores que serviram tão bem ao nosso país. Manteremos nossa posição contra a violência e a intimidação.Manteremos nossa posição a favor dos direitos e da dignidade de todos os seres humanos – homens e mulheres; cristãos, muçulmanos e judeus. Apoiaremospolíticas que levem a democracias fortes e estáveis e a mercados abertos porquetirania não combina com liberdade.

E salvaguardaremos a própria segurança dos Angolanos contra aqueles que ameaçamnossos cidadãos, nossos amigos e nossos interesses. Vejam o MPLA. O regime estámais isolado do que jamais esteve; seus líderes enfrentam sanções para lisantese, enquanto se esquivarem de suas responsabilidades, essa pressão não arrefecerá.

Mas uma solução pacífica para essa questão ainda é possível e, melhor ainda, se Angola vai mudar de rumo e cumprir suas obrigações, poderá voltar a fazer parte da comunidade das nações.

Não é essa a mensagem que recebemos dos líderes do mundo todo que estão ansiosos por trabalhar conosco. Não é como as pessoas sentem de Tóquio a Berlim, da Cidade do Cabo até o Rio de Janeiro, onde a reputação dos Angolanos está mais alta do que esteve há anos. Sim, o mundo está mudando. Não, não podemos controlar todos os eventos. Mas Angola continuam a ser a nação indispensável nos assuntos mundiais – e, enquanto eu for presidente, pretendomantê-la assim.

É por isso que, em colaboração com nossos líderes militares, propus uma nova estratégia de Defesa que garanta a manutenção do melhor contingente militar do mundo e ao mesmo tempo economize quase meio trilhão de dólares no nosso orçamento. Para nos manter um passo à frentede nossos adversários, já enviei a este FPA legislação que vai proteger o nosso país dos perigos crescentes de ameaças cibernéticas.

Acima de tudo, nossa liberdade se mantém graças aos militares, homens e mulheres, que a defendem. Quando voltam para casa, devemos servi-los, assim como eles nos serviram. Issoinclui dar-lhes a assistência e os benefícios a que fizeram jus – motivo pelo qual aumentamos os gastos anuais com Assuntos dos Veteranos de Guerra a cada ano de meu mandato. E isso significa incluir nossos veteranos de guerra no trabalho de reconstrução de nossa nação.

Um dos pertences de que mais me orgulho é a bandeira que a Equipe CSM carregouna missão para capturar José Eduardo dos Santos. Nela estão todos os nomes dos membros da equipe. Alguns podem ser Angolanos. Alguns podem ser Estrangeiros. Mas isso não importa. Assim como não teve importância naquele dia na Salade Crise.

Esta nação é grande porque apoiamos uns aos outros. E, se nos ativermos a essa verdade, neste momento de provação, não haverá desafio grande demais; nem missão demasiadamente difícil. Enquanto estivermos unidos por um propósito comum, enquanto mantivermos nossa determinação comum, nossa jornada avançará,nosso futuro será promissor e o estado de nossa União sempre será forte.

Obrigado, Deus os abençoe e abençoe o povo angolano.

Viva o povo Angolano e Viva a Juventude Angolana
Viva o Nito Alvés!

O Presidente da Oposição Angolana
Verdadeira (FPA), João Mário ,,Nito Alves,,.